Aprenda mais vocabulário com a leitura guiada em inglês

Mas, o que é leitura guiada? Simplificando, a leitura guiada é alguém lendo junto com você e te explicando o vocabulário e pronúncia (às vezes o foco é apena o vocabulário).

A leitura guiada te ajuda a aprender inglês mais rápido porque você vê as frases e itens de vocabulário em contextos, com a vantagem de também aprender a pronunciar as palavras.

Veja meu vídeo com uma aula de leitura guiada, onde uso um graded reader ou leitura graduada/simplificada em inglês. Aproveita e se inscreve no canal!

COMO COMEÇAR A LER EM INGLÊS SE NÃO SEI NADA!

Meu inglês é zero, então como começo a ler?

Escuto esta pergunta o tempo todo, então resolvi te ajudar a começar, mas antes um pouco da minha experiência em minha jornada rumo à fluência na leitura e conversação em inglês.

Comecei a aprender inglês lendo, então posso te garantir que é a habilidade mais fácil de ser conquistada. Comecei lendo os textos do livro da escola e livros, e mais tarde já morando nos EUA, revistas e jornais.

Para você começar a aprender o que realmente precisa para ler em inglês, seja por prazer ou necessidade, de repente tem que fazer uma prova de proficiência para o mestrado em inglês ou ler artigos científicos na sua pós-graduação (mestrado ou doutorado), preparei um módulo gratuito do meu curso online Way Smart – Inglês Instrumental.

Para ter acesso aos primeiros passos na leitura em inglês, você deve aprender algumas coisas básicas, mas que são o ponto de partida. Este módulo faz parte do meu curso online completo que te leva do ZERO à leitura em nível intermediário. Você só tem que se cadastrar aqui MÓDULO GRATUITO

Para se preparar para sua prova de inglês para o mestrado, assista minha playlist INGLÊS INSTRUMENTAL – LEITURA no YouTUBE! 🙂

Como aprender vocabulário acadêmico?

Aprender o vocabulário acadêmico necessário para a leitura pode parecer uma tarefa difícil, mas quando se sabe quais palavras aprender, a leitura flui.

Abaixo, coloquei uma lista das palavras recorrentes em inglês, que você também precisa aprender para facilitar sua leitura.

Veja minha aula online (Live) no vídeo abaixo. Aproveita e se inscreva no canal.

AboutSobre, a respeito
ActuallyNa verdade
AgainNovamente
AgainstContra
AlmostQuase
Already
AlsoTambém
AnotherOutro, outra
AnyQualquer, algum, nenhum
BecausePorque
BecomeTornar-se
BesidesAlém disso, além do mais
BetterMelhor
BothAmbos
DataDados
DevelopmentDesenvolvimento
EachCada
EffortEsforço
EnvironmentAmbiente; meio-ambiente
FewerMenos (para contáveis)
HoweverEntretanto
MostA maioria; mais
NeedNecessitar
ThenEntão; do que
WithCom
WithoutSem

Estas são algumas das muitas palavras recorrentes em inglês. Quando estiver lendo, preste bastante atenção à estas palavras!

Quer receber mais listas e conteúdo para estudar para a prova de Mestrado, Doutorado ou ENEM? Faça seu cadastro para minha lista:

LISTA: https://bit.ly/2XsazRs

Conhece os GRADED READERS ou LEITURAS SIMPLIFICADAS?

Graded Readers

Os graded readers, leituras simplificadas ou graduadas, são livros didaticamente preparados de acordo com o nível do leitor.

A leitura foi a primeira habilidade que adquiri em inglês, pois sempre gostei de ler em português. O vocabulário aprendido na leitura me ajudou muito a falar inglês mais rápido (que é o que todos queremos, né?)

Confira mais sobre o assunto no vídeo abaixo onde te dou dicas bem simples para começar a ler e não parar mais.

Veja a lista de livros (GRADED READERS) que selecionei no AMAZON.

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E se você quer aprender a ler em inglês, clique aqui!

🙂

Você se enrola quando lê em inglês ? Descubra um dos motivos neste post!

word order

 

Olá pessoal! 😀

Neste post eu vou falar um pouco sobre grupos nominais ou a ordem das palavras em inglês, que é muito diferente  do português.

Quando comecei a ler em inglês, eu me enrolava toda com essa ordem. Aproveito para deixar também o site para conhecerem a proposta do curso. Vocês podem começar o curso em qualquer época!

Como ler grupos nominais?  assista o vídeo 

 

 

 

 

Traduções mentais: como parar de traduzir tudo mentalmente?

Você quer falar inglês ou espanhol sem ter que traduzir tudo mentalmente primeiro? Leia o texto abaixo de Michael Jacobs, e descubra como fazer isso.

traduções mentais

Traduções mentais (Mental translations)

Michael Jacobs

“O que eu faço para parar com as traduções mentais? Não consigo evitar, traduzo tudo que ouço antes de responder. Me dá uma raiva… não consigo falar naturalmente! Você pode me ajudar?”A minha resposta é… NÃO! Um sonoro NÃO! I’m sorry. Next subject please. O quê? Você esperava mais de mim? Hoje é segunda-feira de carnaval, onze horas e dezoito minutos da manhã… Segunda-feira de Carnaval! Você deve estar na praia, no sítio, onde quer que seja, e eu aqui, na frente do teclado, trabalhando. Você não acha um pouco injusto? Pois eu acho. Pensando bem, vou quebrar o seu galho, afinal, ninguém me mandou ficar em casa sozinho, né? Deixarei meus protestos de lado.Você já deve ter lido os artigos que escrevi a respeito de vocabulário, listening comprehension e fluência, não lembra? O quê? Ainda não os leu? (nota da redação).

Então sugiro que os leia primeiro, na seqüência que os mencionei, pois eles têm muito a ver com o problema das traduções mentais. Ok? Já os leu? Vamos então para este terreno fértil das ditas traduções. Aprendi há muitos anos que, quando falamos “não consigo”, na realidade estamos falando – pelo menos na maioria das vezes – “não quero”. Será que é verdade? Suspeito que sim. No nosso caso, você não consegue parar com as traduções mentais porque não quer. E por que não quer? Uma resposta pode ser medo. Medo de errar, medo de ser considerado “um cidadão de segunda classe”, “um ignorante?”. Medo, enfim, de passar por constrangimentos perante os outros. De mostrar ao mundo que não é perfeito – creio que isso se deve aos efeitos do ego, que fica tentando nos proteger de tudo que é ameaçador e novo. Os nossos instintos gritam para que a gente fique numa ‘zona de conforto. “Não cresça!” E, como bons cidadãos que somos, obedecemos.

Well, well. Chega, Michael psicólogo, chega! Vamos deixar isso de lado e olhar mais de perto o processo da “tradução mental”. Para isso, vou voltar para o básico. Se eu lhe perguntar “Como vai?”, será que você vai parar para pensar – “Ele me perguntou como eu estou… E como é que estou? Será que ‘como estou’ significa a mesma coisa de ‘como vai’? Acho que estou bem, pelo menos estava quando acordei e parece que nada mudou desde então. Tomei um bom café de manhã. Sim, acho que estou bem mesmo. Então, ‘Eu estou bem’ pode ser uma boa resposta. Acho que não seria muito arriscado avisar que estou, de fato, bem. Talvez chegou a minha vez de falar, e vou dizer. . . vou responder – “Bem, obrigado”. Haja tradução mental! Claro, a gente não faz isso. A pergunta é seguida pela resposta sem pensar. A não ser naqueles casos em que a pessoa está de fato muito mal, e faz questão de informar, nos mínimos detalhes. Mas, normalmente, não é o caso. E, mesmo se fosse, as más notícias também são dadas sem pensar. Voltando ao inglês. E se eu lhe pergunto “How are you?”, será que isso vai desencadeado em inglês um processo similar ao que descrevi em português? Claro que não. Você já está programado a responder desde cedo “I’m fine thank you”. Não há segredo. Não houve nenhuma tradução mental. A resposta veio automaticamente. Mais um exemplo: “What is your name?” “My name is _______” [complete com o seu nome]. Simples, não é? Nada de traduções mentais. “Mas esses exemplos são muito simples, Michael”, você dirá. Ok, vamos para outra hipótese, digamos, mais complexa. Se você ouvir uma frase assim: “But the semantic versa——— of the suf—- can ——- umbig— — since the natural of the active de—— by the verba form in this way of dep—— on the test”, acho que haverá uma boa probabilidade de você ficar “boiando”. Ou conseguiu entender tudo? Pois não é assim que ouvimos na verdade certas coisas, seja em diálogos, seja em noticiários ou músicas? Sim, essa é a dura realidade. E, se não estivermos familiarizados com o assunto, se o vocabulário for estranho aos nossos ouvidos e se um monte de outros fatores acabarem atrapalhando – o uso do português, inclusive – a nossa compreensão será muito limitada. Concorda? (Para não deixar você em suspense, a frase inteira acima é a seguinte: “But the semantic versatility of the suffix can cause ambiguity, since the nature of the activity denoted by the verb formed in this way often depends on the context”. Caso esteja se perguntando se inventei a frase, a resposta é não, de jeito nenhum. A copiei de um dicionário ao lado.)

Ao ouvir essa afirmação em inglês, será que você precisará fazer uma tradução mental para o português para entender? Claro que não! Você vai virar as costas ao locutor e procurar alguém que fala a sua língua, não vai? Traduzir? Pra quê? Nem mentalmente, nem mecanicamente. Se eu fosse traduzir a frase, provavelmente levaria alguns minutos.

Ok, para ilustrar a dificuldade, vou traduzir: “Porém, a versatilidade semântica do…” Chega! Para quê? Não há necessidade. Tenho certeza de que concorda comigo, mas caso realmente queira uma tradução para português, estará à venda comigo; terei imenso prazer em ficar rico.

E onde eu quero chegar com toda essa bobagem? É simples. As chamadas “traduções mentais” vão ocorrer na medida em que precisamos pensar a respeito do que ouvimos para poder responder, ou vice-versa. Mas, se não estamos familiarizados com o conteúdo da conversa, a sintaxe e até o próprio assunto, ficaremos a ver navios. E como é que vamos conseguir reunir os dados necessários para nos inteirar da conversa? Através de… Palavras! As palavras são a chave, e palavras, um montão delas, é o que chamamos de… vocabulário! Wow! Como é simples!

Resumindo. Listening comprehension, fluência, ausência de traduções mentais, tudo depende basicamente de um único ingrediente – palavras. E palavras são vocabulário. E vocabulário se adquire como? Fazendo um esforço (ou pedindo para sua mãe fazer o esforço por você). Então, para que complicar?

Já são doze horas e vinte e seis minutos. Vou parar por aqui e tomar um café. Acho que fiz por merecer. Só para terminar – enquanto a água ferve –, não custa perguntar de quais outros ingredientes – além de palavras e expressões (que são mais de uma palavra numa determinada seqüência) – são feitos os idiomas? Pelo menos com o inglês e o português é assim. Se você for daquelas pessoas que não gostam de memorizar – decorar – o vocabulário, talvez seja melhor desistir do inglês e procurar uma língua que não tenha palavras para atrapalhar seu progresso. Esta língua pode até ser fácil.

É algo assim: “———————————-”.

O autor:

Michael Jacobs é autor de: Como não aprender inglês – Edição definitiva – Editora

Campus, e: Tirando dúvidas de inglês – Disal Editora®.

Dica de livro de inglês Instrumental

Olá! Hoje quero deixar uma dica de livro para quem está precisando ler em inglês.

Quando comecei a ensinar inglês instrumental em 1996 (isso mesmo!), quase não existia material produzido no assunto. Como comecei na universidade onde estudava, ensinando alguns professores que precisavam ler porque tinham que fazer provas para exames de mestrado ou doutorado, então eu mesma produzia o material para o que eu pensava ser inglês instrumental (a Internet estava engatinhando em direção aos nossos lares, e o Google ainda não existia 😦 ). Bom, fui estudando, e experimentando durante as aulas, e enfim todos os meus alunos passavam 😀

Depois o inglês instrumental passou a ser requisito para muitos programas de pós-graduação, e livros sobre o assunto foram surgindo. Já utilizei vários livros, e deixo a sugestão do Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. Um livro excelente, muito bem organizado, que pode ser estudado até sozinho (self-study) se o estudante já tiver um conhecimento básico de inglês.

E se você precisa fazer um curso básico rápido  de inglês instrumental, indico o meu curso online Way Smart Inglês Instrumental.

MÓDULO GRATUITO 

Bons estudos! 😀

Você se enrola quando lê em inglês ? Descubra um dos motivos neste post!

Way Idiomas

word order

Olá pessoal! 😀

Neste post eu vou falar um pouco sobre grupos nominais ou a ordem das palavras em inglês, que é muito diferente  do português.

Quando comecei a ler em inglês eu me enrolava toda com essa ordem. Para vocês entenderem melhor como a leitura dos grupos funciona, deixo para vocês a videoaula do meu curso Smart Reading. Aproveito para deixar também o site para conhecerem a proposta do curso. Vocês podem começar o curso em qualquer época!

Clique aqui para aprender sobre os grupos nominais e a proposta do curso Smart English.

Ver o post original

Curso Smart Reading Online: como ‘turbinar’ a leitura!

 

Olá!

No último dia 29 de setembro, eu participei de uma aula online com a professora Márcia Daniela do curso na Rota da Fluência, direto de São José dos Campos (SP). Deixo a gravação da aula online que abordou, entre outros aspectos essenciais, as estratégias para leitura dos grupos nominais em inglês.

Clique aqui para informações sobre o curso Smart Reading

Aula online: Como ‘turbinar’ a leitura em inglês!

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Você precisa ler em inglês? Então não perca a aula online com dicas para acelerar sua leitura!

Dia 29 de Setembro às 19:15.
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