Você está preparado para se destacar?

Existem muitas competências necessárias para se enfrentar a concorrência no mercado de trabalho hoje, e a competência linguística é uma delas. Você está preparado para fazer uso dessa competência e se destacar na multidão de um mercado tão competitivo?

Para começar a se preparar para este mercado é muito importante pelo menos ler em inglês. A leitura em inglês vai te ajudar a ter conhecimento de mundo,  aprender mais vocabulário e falar um inglês muito melhor!

Você conhece nosso curso online para leitura em inglês? E nosso curso para melhorar sua pronúncia?

Você se enrola quando lê em inglês ? Descubra um dos motivos neste post!

word order

 

Olá pessoal! 😀

Neste post eu vou falar um pouco sobre grupos nominais ou a ordem das palavras em inglês, que é muito diferente  do português.

Quando comecei a ler em inglês, eu me enrolava toda com essa ordem. Aproveito para deixar também o site para conhecerem a proposta do curso. Vocês podem começar o curso em qualquer época!

Como ler grupos nominais?  assista o vídeo 

 

 

 

 

O que é inglês instrumental?

Olá pessoal!

Vamos esclarecer as coisas: inglês instrumental significa que a língua inglesa é o instrumento para a pessoa conseguir um objetivo específico,  e atender uma necessidade imediata. Esta área de ensino do inglês faz parte do ESP – English for Specific Purposes, ou seja, inglês com propósitos específicos. A partir do ESP, temos inglês instrumental para leitura, provavelmente o mais conhecido, para conversação (por exemplo com foco em uma entrevista ou viagem) e para escrever.

MÓDULO GRATUITO – CLICAR AQUI 

A leitura é uma das habilidades mais fáceis de ser aprendida, e sem dúvida a mais necessária aqui no Brasil, já que os estudantes e profissionais estão em constante contato com textos em inglês.

Existem poucos cursos no mercado direcionados ao inglês instrumental, e como já trabalho com esta modalidade de ensino há 20 anos, então criei um curso, o Way Smart que está fundamentado em aspectos necessários para um aprendizado eficaz da leitura em inglês. Assim, selecionei componentes linguísticos importantes na aprendizagem de inglês que são essenciais à leitura e interpretação de textos, além das estratégias.

São 08 módulos, com videoaulas e exercícios com respostas, além de resolução de provas de Mestrado/Doutorado no último módulo. Cada módulo trata de um componente importante para a leitura.

Veja no meu vídeo abaixo com  DICAS para resolver a prova de proficiência em inglês!

Por que as palavras ficam invertidas em inglês?

Você já reparou como as palavras em inglês ficam em uma ordem diferente?

Esta inversão acontece quando uma característica é adicionada a um substantivo, como a frase Yellow house, porque a característica cor deve vir antes do substantivo, ou ainda quando existe uma relação de posse, pertencimento, parentesco ou outra ligação entre dois substantivos. Assim, temos o chamado possessive case ou genitive case em inglês:

A casa de Joana: Joana’s house.

Para saber como usar o Possessive Case em inglês, assista o vídeo abaixo. Nele a professora Gean Carla explica os usos do apóstrofo.

Some x Any

something

Quando usar some ou any? Você vai achar muito fácil depois da seguinte explicação:

Some: algum, alguma, alguns, algumas para frases AFIRMATIVAS

I have some friends here (Tenho alguns amigos aqui)

Any: algum, alguma, alguns, algumas para PERGUNTAS, quando se referem a contáveis no plural ou incontáveis.

Do you have any friends here?

Did you spend any money (palavra não contável, não existe moneys)

Any: nenhum, nenhuma.

I don´t have any friends in this city.

Quer fazer um curso para melhorar  sua pronúncia? Leia mais aqui.

É isso! Para exemplos com something ou anything , assista o vídeo abaixo, e aproveite para se inscrever no canal.

 

 

Podcast: Pronúncia dos verbos irregulares em inglês

verbs

Olá! 😀

Sabe aquela lista de verbos irregulares em inglês que o/a professor/a vive pedindo para você memorizar? Então, preparei uma lista para você e o áudio dos verbos aqui para você aprender a pronunciar! A pronúncia do inglês é muito diferente do que lemos… então repetir com atenção é muito importante. Se você está em um nível pré-intermediário do inglês (mais ou menos entre 12 e 18 meses) a um nível avançado, mas que aprender a pronunciar melhor, faça sua inscrição no curso Clear – pronúncia em inglês , totalmente online, e aprenda a se comunicar com clareza e segurança.

A melhor maneira de aprender os verbos é fazer frases com eles, principalmente frases que tenham a ver com sua vida, e frases que façam sentido! Nada de frases tipo ‘eu sou um urso, uma vaca, etc’–tenho utilizado o Duolingo (é muito bom e divertido, rs) para aprender francês e tenho que repetir frases desse tipo! 😦

Bom, o áudio é para ajudar na pronúncia, já que a maior parte dos livros de inglês trazem a lista sem áudio e tradução, então resolvi preparar a ‘minha lista’, que agora é sua também! 🙂

Conhece o nosso e-book Power Up your English – Guia para aprender vocbulário em inglês?

Quer doar e ajudar o Blog?

Baixe o áudio: PODCAST VERBOS IRREGULARES

VERBOS final

Conheça aqui 02 expressões com a palavra RAIN

Save for rainy day

Olá! 😀

Aproveitando que a temporada de chuvas começa por quase todo o Brasil, vou falar hoje sobre 02 expressões com a palavra rain (chuva).

A primeira delas é ‘to take a rain check’.  Surgiu por volta de 1880 e tem sua origem nos jogos de beisebol. Se chovesse, a partida era cancelada, e o torcedor tinha direito a um ingresso para assistir o jogo em outra data. Com o tempo ela passou a ser usada no dia a dia, e significa que a pessoa convidada para um evento, quer adiar a data ou recusar o convite de maneira bem educada.

Would you like to go to the movies? (Você quer ir ao cinema?)

Sorry. Can I take a rain check? ( Me desculpe. Podemos deixar para outro dia?)

Outra expressão é ‘to save something for a rainy day’ ou ‘keep something for a rainy day’. Talvez o uso da expressão venha desde o século XVII, não se sabe ao certo, e indica tempos difíceis… porque um dia de chuva é sempre visto como triste, no qual as atividades do dia a dia são mais complicadas de serem executadas. Bom, popularmente a expressão está mais voltada mesmo é para os momentos de dificuldade financeira.

Joana saved some money for a rainy day. (Joana guardou um dinheiro para os momentos difíceis/ para o tempo das vacas magras).

Para quem adorar ser poético e filosófico (haha 🙂 quem?), pode usar a expressão para dizer que passou por maus momentos:

Today I’ve had a rainy day!

Bom, é isso! Espero que tenham gostado.

Change or exchange? Qual a diferença?

Esta é uma dúvida que também já tive!

Aos 19 anos de idade fui viver nos EUA e uns meses depois da minha chegada precisei trocar um item comprado em uma loja. Então, entrei na loja e falei: “I’d like to change this shirt”. A moça olhou pra mim e disse: “Do want to exchange it?”. Assim mesmo! Então, a dica é a seguinte:  quando você ouvir alguém repetindo o que disse de forma diferente, alerta vermelho, você ‘deu bobeira’ 🙂 . Bom, na volta pra casa fiquei me perguntando porque ela trocou o verbo… e depois de perguntar aqui e ali para meus amigos brasileiros, inclusive aqueles que ainda estavam no High School, consegui entender a diferença.

Então vamos lá! Retirei do Merriam-Webster Online–meu dicionário favorito!– algumas definições para a palavra exchange:

to return (a product) to a store and have it replaced by another product : to trade (something that has been purchased) for something else <exchanged the shirt for one in a larger size>

Ou seja, a definição acima refere-se à troca de um item por outro. Para serviços usamos a palavra  permuta em português.

Outro exemplo é quando falamos de moeda:

(1) :  interchange or conversion of the money of two countries or of current and uncurrent money with allowance for difference in value

http://www.merriam-webster.com/dictionary/exchange?show=0&t=1410645921

Para compreender melhor, vamos ver alguns usos para a palavra. Temos os programas de intercâmbio (exchange programs), onde há a troca cultural entre a pessoa que vai estudar em outro país e as pessoas que a recebem. Muitas vezes também duas instituições de ensino possuem programas de intercâmbio de alunos ou professores…

Existem também os programas de troca de casa (https://www.homeexchange.com/en/). Um destes programas inspirou a diretora e roteirista do filme O Amor Não Tira Férias (The Holiday). Durante as férias, Nancy Meyers descobriu, na internet, um site para troca de casas para temporada ao redor do mundo, e então teve a idéia para o roteiro do filme. Aliás, recomendo o filme para quem quer testar o listening— sotaques britânico e americano.

Para saber mais, leia a sinopse: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-60426/

Para terminar, às vezes, o verbo change pode ser usado como exchange:

“They changed seats with each other” ou “They exchanged seats”,  ou ainda “They switched seats”.

Mas, tudo depende muito do contexto, e para isso a melhor opção é ficar atento à maneira como as frases são construídas.

Espero que tenha ajudado! 😀

Quer aprender a ler em inglês para provas de mestrado ou doutorado? Ou quem sabe vai fazer um concurso público… conheça nosso curso de inglês Inglês Instrumental 

Traduções mentais: como parar de traduzir tudo mentalmente?

Você quer falar inglês ou espanhol sem ter que traduzir tudo mentalmente primeiro? Leia o texto abaixo de Michael Jacobs, e descubra como fazer isso.

traduções mentais

Traduções mentais (Mental translations)

Michael Jacobs

“O que eu faço para parar com as traduções mentais? Não consigo evitar, traduzo tudo que ouço antes de responder. Me dá uma raiva… não consigo falar naturalmente! Você pode me ajudar?”A minha resposta é… NÃO! Um sonoro NÃO! I’m sorry. Next subject please. O quê? Você esperava mais de mim? Hoje é segunda-feira de carnaval, onze horas e dezoito minutos da manhã… Segunda-feira de Carnaval! Você deve estar na praia, no sítio, onde quer que seja, e eu aqui, na frente do teclado, trabalhando. Você não acha um pouco injusto? Pois eu acho. Pensando bem, vou quebrar o seu galho, afinal, ninguém me mandou ficar em casa sozinho, né? Deixarei meus protestos de lado.Você já deve ter lido os artigos que escrevi a respeito de vocabulário, listening comprehension e fluência, não lembra? O quê? Ainda não os leu? (nota da redação).

Então sugiro que os leia primeiro, na seqüência que os mencionei, pois eles têm muito a ver com o problema das traduções mentais. Ok? Já os leu? Vamos então para este terreno fértil das ditas traduções. Aprendi há muitos anos que, quando falamos “não consigo”, na realidade estamos falando – pelo menos na maioria das vezes – “não quero”. Será que é verdade? Suspeito que sim. No nosso caso, você não consegue parar com as traduções mentais porque não quer. E por que não quer? Uma resposta pode ser medo. Medo de errar, medo de ser considerado “um cidadão de segunda classe”, “um ignorante?”. Medo, enfim, de passar por constrangimentos perante os outros. De mostrar ao mundo que não é perfeito – creio que isso se deve aos efeitos do ego, que fica tentando nos proteger de tudo que é ameaçador e novo. Os nossos instintos gritam para que a gente fique numa ‘zona de conforto. “Não cresça!” E, como bons cidadãos que somos, obedecemos.

Well, well. Chega, Michael psicólogo, chega! Vamos deixar isso de lado e olhar mais de perto o processo da “tradução mental”. Para isso, vou voltar para o básico. Se eu lhe perguntar “Como vai?”, será que você vai parar para pensar – “Ele me perguntou como eu estou… E como é que estou? Será que ‘como estou’ significa a mesma coisa de ‘como vai’? Acho que estou bem, pelo menos estava quando acordei e parece que nada mudou desde então. Tomei um bom café de manhã. Sim, acho que estou bem mesmo. Então, ‘Eu estou bem’ pode ser uma boa resposta. Acho que não seria muito arriscado avisar que estou, de fato, bem. Talvez chegou a minha vez de falar, e vou dizer. . . vou responder – “Bem, obrigado”. Haja tradução mental! Claro, a gente não faz isso. A pergunta é seguida pela resposta sem pensar. A não ser naqueles casos em que a pessoa está de fato muito mal, e faz questão de informar, nos mínimos detalhes. Mas, normalmente, não é o caso. E, mesmo se fosse, as más notícias também são dadas sem pensar. Voltando ao inglês. E se eu lhe pergunto “How are you?”, será que isso vai desencadeado em inglês um processo similar ao que descrevi em português? Claro que não. Você já está programado a responder desde cedo “I’m fine thank you”. Não há segredo. Não houve nenhuma tradução mental. A resposta veio automaticamente. Mais um exemplo: “What is your name?” “My name is _______” [complete com o seu nome]. Simples, não é? Nada de traduções mentais. “Mas esses exemplos são muito simples, Michael”, você dirá. Ok, vamos para outra hipótese, digamos, mais complexa. Se você ouvir uma frase assim: “But the semantic versa——— of the suf—- can ——- umbig— — since the natural of the active de—— by the verba form in this way of dep—— on the test”, acho que haverá uma boa probabilidade de você ficar “boiando”. Ou conseguiu entender tudo? Pois não é assim que ouvimos na verdade certas coisas, seja em diálogos, seja em noticiários ou músicas? Sim, essa é a dura realidade. E, se não estivermos familiarizados com o assunto, se o vocabulário for estranho aos nossos ouvidos e se um monte de outros fatores acabarem atrapalhando – o uso do português, inclusive – a nossa compreensão será muito limitada. Concorda? (Para não deixar você em suspense, a frase inteira acima é a seguinte: “But the semantic versatility of the suffix can cause ambiguity, since the nature of the activity denoted by the verb formed in this way often depends on the context”. Caso esteja se perguntando se inventei a frase, a resposta é não, de jeito nenhum. A copiei de um dicionário ao lado.)

Ao ouvir essa afirmação em inglês, será que você precisará fazer uma tradução mental para o português para entender? Claro que não! Você vai virar as costas ao locutor e procurar alguém que fala a sua língua, não vai? Traduzir? Pra quê? Nem mentalmente, nem mecanicamente. Se eu fosse traduzir a frase, provavelmente levaria alguns minutos.

Ok, para ilustrar a dificuldade, vou traduzir: “Porém, a versatilidade semântica do…” Chega! Para quê? Não há necessidade. Tenho certeza de que concorda comigo, mas caso realmente queira uma tradução para português, estará à venda comigo; terei imenso prazer em ficar rico.

E onde eu quero chegar com toda essa bobagem? É simples. As chamadas “traduções mentais” vão ocorrer na medida em que precisamos pensar a respeito do que ouvimos para poder responder, ou vice-versa. Mas, se não estamos familiarizados com o conteúdo da conversa, a sintaxe e até o próprio assunto, ficaremos a ver navios. E como é que vamos conseguir reunir os dados necessários para nos inteirar da conversa? Através de… Palavras! As palavras são a chave, e palavras, um montão delas, é o que chamamos de… vocabulário! Wow! Como é simples!

Resumindo. Listening comprehension, fluência, ausência de traduções mentais, tudo depende basicamente de um único ingrediente – palavras. E palavras são vocabulário. E vocabulário se adquire como? Fazendo um esforço (ou pedindo para sua mãe fazer o esforço por você). Então, para que complicar?

Já são doze horas e vinte e seis minutos. Vou parar por aqui e tomar um café. Acho que fiz por merecer. Só para terminar – enquanto a água ferve –, não custa perguntar de quais outros ingredientes – além de palavras e expressões (que são mais de uma palavra numa determinada seqüência) – são feitos os idiomas? Pelo menos com o inglês e o português é assim. Se você for daquelas pessoas que não gostam de memorizar – decorar – o vocabulário, talvez seja melhor desistir do inglês e procurar uma língua que não tenha palavras para atrapalhar seu progresso. Esta língua pode até ser fácil.

É algo assim: “———————————-”.

O autor:

Michael Jacobs é autor de: Como não aprender inglês – Edição definitiva – Editora

Campus, e: Tirando dúvidas de inglês – Disal Editora®.

Por que ler em Língua Inglesa?

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We learn to read by reading (Frank Smith)

Curso online Leitura em Inglês

Diante das enormes e constantes transformações decorrentes dos avanços tecnológicos, nossas vidas experimentam diariamente os impactos da tecnologia no mundo do trabalho, nos estudos e nas relações sociais. Se mencionarmos a necessidade que as pessoas têm hoje de ir a vários lugares, o conhecido ditado “quem tem boca vai a Roma” poderia ser modificado, e teríamos ‘quem tem boca – e fala inglês – vai a Roma, e também a vários outros lugares” . Em entrevista recente a Veja, Marco Antônio Zago, reitor da USP, afirma que “na escala de preocupações, o desconhecimento da língua inglesa pelos alunos ocupa hoje o primeiro lugar” porque o “ Inglês é a ferramenta de que eles precisarão para trabalhar globalmente”. Zago ainda comenta o frustrante retorno de 110 alunos do programa Ciência sem Fronteiras ao Brasil, por não terem fluência em inglês: “não podemos nos esquivar do problema. Quando o graduando receber o diploma, ele trabalhará em uma sociedade global em que o inglês é necessário.” Aqui a preocupação é de forma mais ampla e evidencia a necessidade da competência linguística, porém se o estudante tiver uma boa leitura em inglês, terá uma boa produção escrita e oral também para conseguir avançar em um mercado de trabalho que tem exigido cada vez mais investimentos no aperfeiçoamento, na capacitação e na contínua aquisição de conhecimento.

Hoje vivemos globalmente, compartilhando ideias, produtos, enfim conhecimento, e se o profissional  já fala um pouco de inglês, pode melhorar, e se não fala, deve ao menos ler em inglês. Por isso a leitura em língua inglesa é tão necessária, pois Segundo Christine Nutall, “The best way to improve your knowledge of a foreign language is to go and live among its speakers. The next best way is to read extensively in it.”(“A melhor maneira de aprimorar seus conhecimentos em uma língua estrangeira é viver entre seus falantes nativos. A segunda melhor maneira é ler extensivamente nessa língua.”

A leitura em língua inglesa é o caminho mais rápido para o profissional que deseja obter uma formação continuada mais completa, bem como o acesso ao conhecimento disponível a nível internacional, além dos textos, acervos, e mídias que se encontram na Internet. Entre os cursos já disponíveis no mercado, uma ótima opção são os cursos a distância porque favorecem o aprendizado em um mundo onde as pessoas têm cada vez menos tempo, e oferecem flexibilidade de tempo e de ambientes de estudo, além disso, o aluno desenvolve sua autonomia para aprender. Então, as oportunidades para aprender se ampliam, e quem não pode fazer um curso no formato presencial tem a oportunidade de aumentar seus conhecimentos em língua inglesa ao fazer cursos online.

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