The Maine: Pop Rock do Arizona (US) | MÚSICA

Olá!

Meu nome é Mariana Medeiros, sou aluna da Gean e ela me convidou para escrever um pouco aqui — algo mais leve e divertido :-D. Resolvi começar com a música, minha maior paixão. Devo abordar bastante esse assunto enquanto estiver por aqui, além de cinema. Hoje escolhi uma banda de pop rock americana que está tentando voltar ao topo depois de uns tempos de ‘férias’.

The Maine é uma banda que, segundo a wikpédia, toca rock alternativo e pop punk. O estilo lembra bastante Imagine Dragons,  não sei ao certo qual foi a primeira música que ouvi, só que era do primeiro álbum Can’t Stop, Won’t Stop (que por acaso é meu preferido), e me lembrou bastante o jeito ‘teen forevah’ do McFly.

A banda foi formada em Tempe, Arizona. O nome surgiu por causa de uma música chamada Coast Of Maine, do Ivory, que é uma das inspirações e influências musicais do grupo. Em 2007 Pat Kirch, Garrett Nickelsen, John O’Callaghan, Ryan Osterman e Alex R. se juntaram e criaram o The Maine. Nessa época a maioria dos integrantes ainda cursavam o ensino médio e resolveram terminar os estudos on line para se dedicar mais a banda. Depois de um tempo, Ryan e Alex saíram e deram lugar a Kennedy Brock, que cantava em uma banda chamada Last Call for Camden e a  Jared Monaco, o último a ingressar no grupo.

O primeiro EP da banda foi lançado em maio de 2007, Stay Up, Get Down, seguido por The Way We Talk. Se pegarmos as músicas de 2007 e as do CD lançado ano passado, veremos uma grande mudança de estilo e de gostos dos integrantes da banda. Uma das minhas músicas preferidas deles é o single Into your arms, do primeiro álbum de estúdio, a outra é Love and drugs, do último, uma bem diferente da outra.

Uma curiosidade é que o primeiro DVD da banda, o Anthem For A Dying Breed, contém um show em São Paulo, durante a turnê Pioneer World Tour.

Misery é um dos clipes mais conhecidos da banda, super produzido e marcado pelos fãs por ter sido divulgado no aniversário de Garrett. Confesso que ri muito deles quando vi todos ou clipes do início da carreira, mas se vocês olharem para trás e depois verem os clipes mais atuais vão notar uma evolução principalmente de cabelo. As letras ficaram mais sérias, a melodia menos agitada e aquele jeitinho boyband foi ficando para trás.

That’s all.

Para ler mais sobre música e cinema, visitem meu blog:http://talvezalices.blogspot.com.br/

How are you? More or Less???

MORE

Olá pessoal! 🙂 Neste post me proponho a tirar a dúvida que muitos alunos têm ao dizerem que estão  mais ou menos. Sempre falo que para dizer que estamos mais ou menos em inglês, é melhor dizer so-so, ou I’m OK. Isso mesmo, diferente do português, OK significa que está bom, ou seja ‘passa’, mas que as coisas poderiam estar melhores. Parece que nós (me incluo aqui porque pensei assim durante muito tempo!) temos a ideia de que quando alguém responde ‘I’m OK’ significa que está tudo ótimo.

Vivi nos EUA durante 5 anos, e nunca ouvi alguém responder que estava ‘more or less’, então espero ter esclarecido a questão. Só para finalizar, more or less refere-se mais a quantidade. ‘Are there 30 people dowstairs?’ ‘More or less.’ (Tem 30 pessoas lá embaixo? Mais ou menos). Eu ainda acho mais comum aguém responder ‘About that’. Mas se você quer muito usar ‘more or less’ (talvez porque a tradução se encaixa tão bonitinho– o que não acontece a maior parte do tempo…), para quantidade pode! 😀

Para saber mais, deixo o link de um site excelente: http://www.inglesnapontadalingua.com.br/2007/05/mais-ou-menos.html

 

Song activity: vamos aprender inglês ouvindo música!

Acredito que podemos ensinar/aprender muito com músicas. Aprendemos pronúncia, o ritmo da língua, vocabulário, estruturas, etc. Mas temos que escolher músicas adequadas, por essa razão as românticas, pop rock, e country são minhas preferidas na hora de preparar as atividades para meus alunos.

No último dia 25 de julho aconteceu a aula especial Country Music Fest no curso Way Idiomas. Preparei algumas músicas Country para esta aula e resolvi compartilhar uma delas aqui com vocês.

A música que escolhi para postar aqui é ‘My Eyes’ (Blake Shelton). O exercício é simples. Ao ouvir a música, as frases devem ser colocadas em ordem (cada estrofe inicia em 1, 2, 3, 4). As palavras em negrito foram usadas em um bingo (quem é professor de idiomas sabe de que tipo de bingo eu estou falando…). É isso! Também podem assistir o vídeo e cantar junto ( Sing along!).   

😀 My eyes

Conhece o canal Way Idiomas? Se increva para aprender mais!

Metodologia inovadora = resultados! Será?

aprender

Sempre me perguntam o que deve ser feito para aprender uma língua estrangeira de maneira mais rápida, ninguém nunca me perguntou o que não deve ser feito para aprender. A razão é simples: geralmente as pessoas já tem ideias preconcebidas a respeito da aprendizagem de uma língua,  e querem apenas saber se minha resposta será igual ou diferente do que elas pensam ser a forma correta.

Bom, o foco também é sempre na duração: quantos anos demora para eu aprender? O engraçado é que quando alguém vai aprender a dirigir, por exemplo, sabe que vai aprender, mas vai ter que praticar muito para passar no teste, e que também vai ter que continuar praticando depois de pegar a carteira, senão vai ser um desastre no volante se resolver dirigir, digamos, dois anos depois. Mas com a aprendizagem de uma língua é diferente: todo mundo quer aprender rápido e sem sofrer com o ‘homework’ e tempo de dedicação ao estudo, aprender e pronto! Nunca mais ter que consultar o dicionário–o mito da fluência e tal, mas isso é assunto para outro post… ah e também tem que custar bem barato! Como diz meu irmão: ‘ todo mundo quer ir para o céu, mas ninguém quer morrer’…

Então se te apresento uma metodologia inovadora que traz resultados, porque recusar esta oferta? Bom, por todos os motivos já relacionados até aqui (e outros mais!): você já tem sua própria receita de sucesso para sua aprendizagem,  e também não quer investir nem tempo nem dinheiro… aí te pergunto: como anda seu aprendizado? Você está fazendo progresso? Ou quer trocar a sua metodologia por uma que traz melhores resultados? 😀

Traduções Mentais

Você quer falar inglês ou espanhol sem ter que traduzir tudo mentalmente primeiro? Leia o texto abaixo de Michael Jacobs, e descubra como fazer isso.

traduções mentais

Traduções mentais (Mental translations)

Michael Jacobs

“O que eu faço para parar com as traduções mentais? Não consigo evitar, traduzo tudo que ouço antes de responder. Me dá uma raiva… não consigo falar naturalmente! Você pode me ajudar?”A minha resposta é… NÃO! Um sonoro NÃO! I’m sorry. Next subject please. O quê? Você esperava mais de mim? Hoje é segunda-feira de carnaval, onze horas e dezoito minutos da manhã… Segunda-feira de Carnaval! Você deve estar na praia, no sítio, onde quer que seja, e eu aqui, na frente do teclado, trabalhando. Você não acha um pouco injusto? Pois eu acho. Pensando bem, vou quebrar o seu galho, afinal, ninguém me mandou ficar em casa sozinho, né? Deixarei meus protestos de lado.Você já deve ter lido os artigos que escrevi a respeito de vocabulário, listening comprehension e fluência, não lembra? O quê? Ainda não os leu? (nota da redação).

Então sugiro que os leia primeiro, na seqüência que os mencionei, pois eles têm muito a ver com o problema das traduções mentais. Ok? Já os leu? Vamos então para este terreno fértil das ditas traduções. Aprendi há muitos anos que, quando falamos “não consigo”, na realidade estamos falando – pelo menos na maioria das vezes – “não quero”. Será que é verdade? Suspeito que sim. No nosso caso, você não consegue parar com as traduções mentais porque não quer. E por que não quer? Uma resposta pode ser medo. Medo de errar, medo de ser considerado “um cidadão de segunda classe”, “um ignorante?”. Medo, enfim, de passar por constrangimentos perante os outros. De mostrar ao mundo que não é perfeito – creio que isso se deve aos efeitos do ego, que fica tentando nos proteger de tudo que é ameaçador e novo. Os nossos instintos gritam para que a gente fique numa ‘zona de conforto. “Não cresça!” E, como bons cidadãos que somos, obedecemos.

Well, well. Chega, Michael psicólogo, chega! Vamos deixar isso de lado e olhar mais de perto o processo da “tradução mental”. Para isso, vou voltar para o básico. Se eu lhe perguntar “Como vai?”, será que você vai parar para pensar – “Ele me perguntou como eu estou… E como é que estou? Será que ‘como estou’ significa a mesma coisa de ‘como vai’? Acho que estou bem, pelo menos estava quando acordei e parece que nada mudou desde então. Tomei um bom café de manhã. Sim, acho que estou bem mesmo. Então, ‘Eu estou bem’ pode ser uma boa resposta. Acho que não seria muito arriscado avisar que estou, de fato, bem. Talvez chegou a minha vez de falar, e vou dizer. . . vou responder – “Bem, obrigado”. Haja tradução mental! Claro, a gente não faz isso. A pergunta é seguida pela resposta sem pensar. A não ser naqueles casos em que a pessoa está de fato muito mal, e faz questão de informar, nos mínimos detalhes. Mas, normalmente, não é o caso. E, mesmo se fosse, as más notícias também são dadas sem pensar. Voltando ao inglês. E se eu lhe pergunto “How are you?”, será que isso vai desencadeado em inglês um processo similar ao que descrevi em português? Claro que não. Você já está programado a responder desde cedo “I’m fine thank you”. Não há segredo. Não houve nenhuma tradução mental. A resposta veio automaticamente. Mais um exemplo: “What is your name?” “My name is _______” [complete com o seu nome]. Simples, não é? Nada de traduções mentais. “Mas esses exemplos são muito simples, Michael”, você dirá. Ok, vamos para outra hipótese, digamos, mais complexa. Se você ouvir uma frase assim: “But the semantic versa——— of the suf—- can ——- umbig— — since the natural of the active de—— by the verba form in this way of dep—— on the test”, acho que haverá uma boa probabilidade de você ficar “boiando”. Ou conseguiu entender tudo? Pois não é assim que ouvimos na verdade certas coisas, seja em diálogos, seja em noticiários ou músicas? Sim, essa é a dura realidade. E, se não estivermos familiarizados com o assunto, se o vocabulário for estranho aos nossos ouvidos e se um monte de outros fatores acabarem atrapalhando – o uso do português, inclusive – a nossa compreensão será muito limitada. Concorda? (Para não deixar você em suspense, a frase inteira acima é a seguinte: “But the semantic versatility of the suffix can cause ambiguity, since the nature of the activity denoted by the verb formed in this way often depends on the context”. Caso esteja se perguntando se inventei a frase, a resposta é não, de jeito nenhum. A copiei de um dicionário ao lado.)

Ao ouvir essa afirmação em inglês, será que você precisará fazer uma tradução mental para o português para entender? Claro que não! Você vai virar as costas ao locutor e procurar alguém que fala a sua língua, não vai? Traduzir? Pra quê? Nem mentalmente, nem mecanicamente. Se eu fosse traduzir a frase, provavelmente levaria alguns minutos.

Ok, para ilustrar a dificuldade, vou traduzir: “Porém, a versatilidade semântica do…” Chega! Para quê? Não há necessidade. Tenho certeza de que concorda comigo, mas caso realmente queira uma tradução para português, estará à venda comigo; terei imenso prazer em ficar rico.

E onde eu quero chegar com toda essa bobagem? É simples. As chamadas “traduções mentais” vão ocorrer na medida em que precisamos pensar a respeito do que ouvimos para poder responder, ou vice-versa. Mas, se não estamos familiarizados com o conteúdo da conversa, a sintaxe e até o próprio assunto, ficaremos a ver navios. E como é que vamos conseguir reunir os dados necessários para nos inteirar da conversa? Através de… Palavras! As palavras são a chave, e palavras, um montão delas, é o que chamamos de… vocabulário! Wow! Como é simples!

Resumindo. Listening comprehension, fluência, ausência de traduções mentais, tudo depende basicamente de um único ingrediente – palavras. E palavras são vocabulário. E vocabulário se adquire como? Fazendo um esforço (ou pedindo para sua mãe fazer o esforço por você). Então, para que complicar?

Já são doze horas e vinte e seis minutos. Vou parar por aqui e tomar um café. Acho que fiz por merecer. Só para terminar – enquanto a água ferve –, não custa perguntar de quais outros ingredientes – além de palavras e expressões (que são mais de uma palavra numa determinada seqüência) – são feitos os idiomas? Pelo menos com o inglês e o português é assim. Se você for daquelas pessoas que não gostam de memorizar – decorar – o vocabulário, talvez seja melhor desistir do inglês e procurar uma língua que não tenha palavras para atrapalhar seu progresso. Esta língua pode até ser fácil.

É algo assim: “———————————-”.

O autor:

Michael Jacobs é autor de: Como não aprender inglês – Edição definitiva – Editora

Campus, e: Tirando dúvidas de inglês – Disal Editora®.

 

Por que ler em Língua Inglesa?

Way Idiomas

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We learn to read by reading (Frank Smith)

Diante das enormes e constantes transformações decorrentes dos avanços tecnológicos, nossas vidas experimentam diariamente os impactos da tecnologia no mundo do trabalho, nos estudos e nas relações sociais. Se mencionarmos a necessidade que as pessoas têm hoje de ir a vários lugares, o conhecido ditado “quem tem boca vai a Roma” poderia ser modificado, e teríamos ‘quem tem boca – e fala inglês – vai a Roma, e também a vários outros lugares” . Em entrevista recente a Veja, Marco Antônio Zago, reitor da USP, afirma que “na escala de preocupações, o desconhecimento da língua inglesa pelos alunos ocupa hoje o primeiro lugar” porque o “ Inglês é a ferramenta de que eles precisarão para trabalhar globalmente”. Zago ainda comenta o frustrante retorno de 110 alunos do programa Ciência sem Fronteiras ao Brasil, por não terem fluência em inglês: “não podemos nos esquivar…

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