Como aprender vocabulário acadêmico?

Aprender o vocabulário acadêmico necessário para a leitura pode parecer uma tarefa difícil, mas quando se sabe quais palavras aprender, a leitura flui.

Abaixo, coloquei uma lista das palavras recorrentes em inglês, que você também precisa aprender para facilitar sua leitura.

Veja minha aula online (Live) no vídeo abaixo. Aproveita e se inscreva no canal.

AboutSobre, a respeito
ActuallyNa verdade
AgainNovamente
AgainstContra
AlmostQuase
Already
AlsoTambém
AnotherOutro, outra
AnyQualquer, algum, nenhum
BecausePorque
BecomeTornar-se
BesidesAlém disso, além do mais
BetterMelhor
BothAmbos
DataDados
DevelopmentDesenvolvimento
EachCada
EffortEsforço
EnvironmentAmbiente; meio-ambiente
FewerMenos (para contáveis)
HoweverEntretanto
MostA maioria; mais
NeedNecessitar
ThenEntão; do que
WithCom
WithoutSem

Estas são algumas das muitas palavras recorrentes em inglês. Quando estiver lendo, preste bastante atenção à estas palavras!

Quer receber mais listas e conteúdo para estudar para a prova de Mestrado, Doutorado ou ENEM? Faça seu cadastro para minha lista:

LISTA: https://bit.ly/2XsazRs

Qual o melhor dicionário de espanhol ou inglês para fazer a prova de proficiência?

Vou recomendar dicionários impressos para você levar/usar quando realizar a prova de proficiência em espanhol ou inglês.

O primeiro da lista é o dicionário Santillana – espanhol/português para alunos brasileiros, o preço dele está em torno de 60,00.

O segundo é o Sí – Larrousse – Espanhol / Português para alunos brasileiros.

Não compre nenhum dicionário mini – escolar, eles não vão te ajudar porque são super limitados.

Para estudar online, recomendo o https://www.wordreference.com/

Para o inglês, recomendo o dicionário Oxford Escolar para alunos brasileiros, ele é excellente. Não compensa comprar com CD-Room.

O próximo na minha lista é o Longman Dicionário de inglês – bilinque. Atenção! Não compre o mini, vai perder dinheiro e passar raiva!

Para uso online, recomendo o Word reference e o Cambridge Dictionary.

Comprando pelos links do Amazon (Oxford e Longman), você ajuda este site!

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Veja os vídeos abaixo. Aproveita para se inscrever no canal!

Very: saiba quando usar!

very

Olá! 😀

Neste post eu vou explicar o uso da palavra very.

Quando estamos aprendendo um idioma pensamos na tradução para depois usarmos a palavra, certo? Bom, eu já fiz muito isso… esse negócio de falar que a gente (teacher) pensa em inglês é verdade sim, mas isso é prática (tipo ‘…algum tempo depois de tanto traduzir tudo mentalmente’, rs rs), no início pensamos em português também… mas voltando ao assunto, isso atrapalha muito! Você traduz very, e pensa: ‘muito, muita’, logo ‘muitos, muitas’, aí a coisa complica!

Bom, vamos lá! Very é usado antes de adjetivos ou advérbios, se você não sabe o que significam essas classes gramaticais em português, eu explico:

Adjetivos caracterizam ou modificam substantivos: Casa bonita 

Já os advérbios fazem ‘parceria’ com os verbos: Ele fala rápido

Voltando ao inglês: Very beautiful (Muito bonito/a) ou very fast (muito rápido)

Para substantivos usamos much, many, a lot of:

Nilza eats a lot of candy. (Nilza come muito doce)

She doesn’t make much money. (Ela não ganha muito dinheiro)

I don’t know many people in São Paulo. (Não conheço muitas pessoas em S.P)

Com verbos usamos a lot quando a frase for afirmativa: Paul works a lot! (Paul trabalha muito)

Na negativa usamos much:

Katia isn’t sleeping much this week. (Katia não está dormindo muito esta semana)

Very também pode ser usado antes de substantivo… sim! Porém tem significado e função diferentes, geralmente para enfatizar algo, assim prefiro não traduzir porque fica estranho em português:

You know the door to my very soul (você conhece a porta para minha ‘própria’ alma???)

http://www.azlyrics.com/lyrics/beegees/howdeepisyourlove.html

Ainda: The very heart of the city (o coração exato/mesmo ??? da cidade)

http://www.merriam-webster.com/dictionary/very

Bom, o mais importante é pensar antes de usar o very… isso mesmo, pensar! Depois de um tempo você não vai mais precisar pensar para escolher a palavra certa em inglês…mas para isso vai ter que estudar… ou pode continuar mandando very para qualquer situação. Depois dizem que o inglês tem o vocabulário muito reduzido…nada é tão simples como parece!

Keep calm and study! 😀

Quer aprender a ler em inglês para provas de mestrado ou doutorado? Ou quem sabe vai fazer um concurso público… conheça nosso curso de Inglês instrumental

Já conhece meu canal no YouTube?

Conhece os GRADED READERS ou LEITURAS SIMPLIFICADAS?

Graded Readers

Os graded readers, leituras simplificadas ou graduadas, são livros didaticamente preparados de acordo com o nível do leitor.

A leitura foi a primeira habilidade que adquiri em inglês, pois sempre gostei de ler em português. O vocabulário aprendido na leitura me ajudou muito a falar inglês mais rápido (que é o que todos queremos, né?)

Confira mais sobre o assunto no vídeo abaixo onde te dou dicas bem simples para começar a ler e não parar mais.

Veja a lista de livros (GRADED READERS) que selecionei no AMAZON.

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E se você quer aprender a ler em inglês, clique aqui!

🙂

Você se enrola quando lê em inglês ? Descubra um dos motivos neste post!

word order

 

Olá pessoal! 😀

Neste post eu vou falar um pouco sobre grupos nominais ou a ordem das palavras em inglês, que é muito diferente  do português.

Quando comecei a ler em inglês, eu me enrolava toda com essa ordem. Aproveito para deixar também o site para conhecerem a proposta do curso. Vocês podem começar o curso em qualquer época!

Como ler grupos nominais?  assista o vídeo 

 

 

 

 

O que é inglês instrumental?

Olá pessoal!

Vamos esclarecer as coisas: inglês instrumental significa que a língua inglesa é o instrumento para a pessoa conseguir um objetivo específico,  e atender uma necessidade imediata. Esta área de ensino do inglês faz parte do ESP – English for Specific Purposes, ou seja, inglês com propósitos específicos. A partir do ESP, temos inglês instrumental para leitura, provavelmente o mais conhecido, para conversação (por exemplo com foco em uma entrevista ou viagem) e para escrever.

MÓDULO GRATUITO – CLICAR AQUI 

A leitura é uma das habilidades mais fáceis de ser aprendida, e sem dúvida a mais necessária aqui no Brasil, já que os estudantes e profissionais estão em constante contato com textos em inglês.

Existem poucos cursos no mercado direcionados ao inglês instrumental, e como já trabalho com esta modalidade de ensino há 20 anos, então criei um curso, o Way Smart que está fundamentado em aspectos necessários para um aprendizado eficaz da leitura em inglês. Assim, selecionei componentes linguísticos importantes na aprendizagem de inglês que são essenciais à leitura e interpretação de textos, além das estratégias.

São 08 módulos, com videoaulas e exercícios com respostas, além de resolução de provas de Mestrado/Doutorado no último módulo. Cada módulo trata de um componente importante para a leitura.

Veja no meu vídeo abaixo com  DICAS para resolver a prova de proficiência em inglês!

Traduções mentais: como parar de traduzir tudo mentalmente?

Você quer falar inglês ou espanhol sem ter que traduzir tudo mentalmente primeiro? Leia o texto abaixo de Michael Jacobs, e descubra como fazer isso.

traduções mentais

Traduções mentais (Mental translations)

Michael Jacobs

“O que eu faço para parar com as traduções mentais? Não consigo evitar, traduzo tudo que ouço antes de responder. Me dá uma raiva… não consigo falar naturalmente! Você pode me ajudar?”A minha resposta é… NÃO! Um sonoro NÃO! I’m sorry. Next subject please. O quê? Você esperava mais de mim? Hoje é segunda-feira de carnaval, onze horas e dezoito minutos da manhã… Segunda-feira de Carnaval! Você deve estar na praia, no sítio, onde quer que seja, e eu aqui, na frente do teclado, trabalhando. Você não acha um pouco injusto? Pois eu acho. Pensando bem, vou quebrar o seu galho, afinal, ninguém me mandou ficar em casa sozinho, né? Deixarei meus protestos de lado.Você já deve ter lido os artigos que escrevi a respeito de vocabulário, listening comprehension e fluência, não lembra? O quê? Ainda não os leu? (nota da redação).

Então sugiro que os leia primeiro, na seqüência que os mencionei, pois eles têm muito a ver com o problema das traduções mentais. Ok? Já os leu? Vamos então para este terreno fértil das ditas traduções. Aprendi há muitos anos que, quando falamos “não consigo”, na realidade estamos falando – pelo menos na maioria das vezes – “não quero”. Será que é verdade? Suspeito que sim. No nosso caso, você não consegue parar com as traduções mentais porque não quer. E por que não quer? Uma resposta pode ser medo. Medo de errar, medo de ser considerado “um cidadão de segunda classe”, “um ignorante?”. Medo, enfim, de passar por constrangimentos perante os outros. De mostrar ao mundo que não é perfeito – creio que isso se deve aos efeitos do ego, que fica tentando nos proteger de tudo que é ameaçador e novo. Os nossos instintos gritam para que a gente fique numa ‘zona de conforto. “Não cresça!” E, como bons cidadãos que somos, obedecemos.

Well, well. Chega, Michael psicólogo, chega! Vamos deixar isso de lado e olhar mais de perto o processo da “tradução mental”. Para isso, vou voltar para o básico. Se eu lhe perguntar “Como vai?”, será que você vai parar para pensar – “Ele me perguntou como eu estou… E como é que estou? Será que ‘como estou’ significa a mesma coisa de ‘como vai’? Acho que estou bem, pelo menos estava quando acordei e parece que nada mudou desde então. Tomei um bom café de manhã. Sim, acho que estou bem mesmo. Então, ‘Eu estou bem’ pode ser uma boa resposta. Acho que não seria muito arriscado avisar que estou, de fato, bem. Talvez chegou a minha vez de falar, e vou dizer. . . vou responder – “Bem, obrigado”. Haja tradução mental! Claro, a gente não faz isso. A pergunta é seguida pela resposta sem pensar. A não ser naqueles casos em que a pessoa está de fato muito mal, e faz questão de informar, nos mínimos detalhes. Mas, normalmente, não é o caso. E, mesmo se fosse, as más notícias também são dadas sem pensar. Voltando ao inglês. E se eu lhe pergunto “How are you?”, será que isso vai desencadeado em inglês um processo similar ao que descrevi em português? Claro que não. Você já está programado a responder desde cedo “I’m fine thank you”. Não há segredo. Não houve nenhuma tradução mental. A resposta veio automaticamente. Mais um exemplo: “What is your name?” “My name is _______” [complete com o seu nome]. Simples, não é? Nada de traduções mentais. “Mas esses exemplos são muito simples, Michael”, você dirá. Ok, vamos para outra hipótese, digamos, mais complexa. Se você ouvir uma frase assim: “But the semantic versa——— of the suf—- can ——- umbig— — since the natural of the active de—— by the verba form in this way of dep—— on the test”, acho que haverá uma boa probabilidade de você ficar “boiando”. Ou conseguiu entender tudo? Pois não é assim que ouvimos na verdade certas coisas, seja em diálogos, seja em noticiários ou músicas? Sim, essa é a dura realidade. E, se não estivermos familiarizados com o assunto, se o vocabulário for estranho aos nossos ouvidos e se um monte de outros fatores acabarem atrapalhando – o uso do português, inclusive – a nossa compreensão será muito limitada. Concorda? (Para não deixar você em suspense, a frase inteira acima é a seguinte: “But the semantic versatility of the suffix can cause ambiguity, since the nature of the activity denoted by the verb formed in this way often depends on the context”. Caso esteja se perguntando se inventei a frase, a resposta é não, de jeito nenhum. A copiei de um dicionário ao lado.)

Ao ouvir essa afirmação em inglês, será que você precisará fazer uma tradução mental para o português para entender? Claro que não! Você vai virar as costas ao locutor e procurar alguém que fala a sua língua, não vai? Traduzir? Pra quê? Nem mentalmente, nem mecanicamente. Se eu fosse traduzir a frase, provavelmente levaria alguns minutos.

Ok, para ilustrar a dificuldade, vou traduzir: “Porém, a versatilidade semântica do…” Chega! Para quê? Não há necessidade. Tenho certeza de que concorda comigo, mas caso realmente queira uma tradução para português, estará à venda comigo; terei imenso prazer em ficar rico.

E onde eu quero chegar com toda essa bobagem? É simples. As chamadas “traduções mentais” vão ocorrer na medida em que precisamos pensar a respeito do que ouvimos para poder responder, ou vice-versa. Mas, se não estamos familiarizados com o conteúdo da conversa, a sintaxe e até o próprio assunto, ficaremos a ver navios. E como é que vamos conseguir reunir os dados necessários para nos inteirar da conversa? Através de… Palavras! As palavras são a chave, e palavras, um montão delas, é o que chamamos de… vocabulário! Wow! Como é simples!

Resumindo. Listening comprehension, fluência, ausência de traduções mentais, tudo depende basicamente de um único ingrediente – palavras. E palavras são vocabulário. E vocabulário se adquire como? Fazendo um esforço (ou pedindo para sua mãe fazer o esforço por você). Então, para que complicar?

Já são doze horas e vinte e seis minutos. Vou parar por aqui e tomar um café. Acho que fiz por merecer. Só para terminar – enquanto a água ferve –, não custa perguntar de quais outros ingredientes – além de palavras e expressões (que são mais de uma palavra numa determinada seqüência) – são feitos os idiomas? Pelo menos com o inglês e o português é assim. Se você for daquelas pessoas que não gostam de memorizar – decorar – o vocabulário, talvez seja melhor desistir do inglês e procurar uma língua que não tenha palavras para atrapalhar seu progresso. Esta língua pode até ser fácil.

É algo assim: “———————————-”.

O autor:

Michael Jacobs é autor de: Como não aprender inglês – Edição definitiva – Editora

Campus, e: Tirando dúvidas de inglês – Disal Editora®.

Por que ler em Língua Inglesa?

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We learn to read by reading (Frank Smith)

Curso online Leitura em Inglês

Diante das enormes e constantes transformações decorrentes dos avanços tecnológicos, nossas vidas experimentam diariamente os impactos da tecnologia no mundo do trabalho, nos estudos e nas relações sociais. Se mencionarmos a necessidade que as pessoas têm hoje de ir a vários lugares, o conhecido ditado “quem tem boca vai a Roma” poderia ser modificado, e teríamos ‘quem tem boca – e fala inglês – vai a Roma, e também a vários outros lugares” . Em entrevista recente a Veja, Marco Antônio Zago, reitor da USP, afirma que “na escala de preocupações, o desconhecimento da língua inglesa pelos alunos ocupa hoje o primeiro lugar” porque o “ Inglês é a ferramenta de que eles precisarão para trabalhar globalmente”. Zago ainda comenta o frustrante retorno de 110 alunos do programa Ciência sem Fronteiras ao Brasil, por não terem fluência em inglês: “não podemos nos esquivar do problema. Quando o graduando receber o diploma, ele trabalhará em uma sociedade global em que o inglês é necessário.” Aqui a preocupação é de forma mais ampla e evidencia a necessidade da competência linguística, porém se o estudante tiver uma boa leitura em inglês, terá uma boa produção escrita e oral também para conseguir avançar em um mercado de trabalho que tem exigido cada vez mais investimentos no aperfeiçoamento, na capacitação e na contínua aquisição de conhecimento.

Hoje vivemos globalmente, compartilhando ideias, produtos, enfim conhecimento, e se o profissional  já fala um pouco de inglês, pode melhorar, e se não fala, deve ao menos ler em inglês. Por isso a leitura em língua inglesa é tão necessária, pois Segundo Christine Nutall, “The best way to improve your knowledge of a foreign language is to go and live among its speakers. The next best way is to read extensively in it.”(“A melhor maneira de aprimorar seus conhecimentos em uma língua estrangeira é viver entre seus falantes nativos. A segunda melhor maneira é ler extensivamente nessa língua.”

A leitura em língua inglesa é o caminho mais rápido para o profissional que deseja obter uma formação continuada mais completa, bem como o acesso ao conhecimento disponível a nível internacional, além dos textos, acervos, e mídias que se encontram na Internet. Entre os cursos já disponíveis no mercado, uma ótima opção são os cursos a distância porque favorecem o aprendizado em um mundo onde as pessoas têm cada vez menos tempo, e oferecem flexibilidade de tempo e de ambientes de estudo, além disso, o aluno desenvolve sua autonomia para aprender. Então, as oportunidades para aprender se ampliam, e quem não pode fazer um curso no formato presencial tem a oportunidade de aumentar seus conhecimentos em língua inglesa ao fazer cursos online.

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Você se enrola quando lê em inglês ? Descubra um dos motivos neste post!

Way Idiomas

word order

Olá pessoal! 😀

Neste post eu vou falar um pouco sobre grupos nominais ou a ordem das palavras em inglês, que é muito diferente  do português.

Quando comecei a ler em inglês eu me enrolava toda com essa ordem. Para vocês entenderem melhor como a leitura dos grupos funciona, deixo para vocês a videoaula do meu curso Smart Reading. Aproveito para deixar também o site para conhecerem a proposta do curso. Vocês podem começar o curso em qualquer época!

Clique aqui para aprender sobre os grupos nominais e a proposta do curso Smart English.

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