Change or exchange? Qual a diferença?

Esta é uma dúvida que também já tive!

Aos 19 anos de idade fui viver nos EUA e uns meses depois da minha chegada precisei trocar um item comprado em uma loja. Então, entrei na loja e falei: “I’d like to change this shirt”. A moça olhou pra mim e disse: “Do want to exchange it?”. Assim mesmo! Então, a dica é a seguinte:  quando você ouvir alguém repetindo o que disse de forma diferente, alerta vermelho, você ‘deu bobeira’ 🙂 . Bom, na volta pra casa fiquei me perguntando porque ela trocou o verbo… e depois de perguntar aqui e ali para meus amigos brasileiros, inclusive aqueles que ainda estavam no High School, consegui entender a diferença.

Então vamos lá! Retirei do Merriam-Webster Online–meu dicionário favorito!– algumas definições para a palavra exchange:

to return (a product) to a store and have it replaced by another product : to trade (something that has been purchased) for something else <exchanged the shirt for one in a larger size>

Ou seja, a definição acima refere-se à troca de um item por outro. Para serviços usamos a palavra  permuta em português.

Outro exemplo é quando falamos de moeda:

(1) :  interchange or conversion of the money of two countries or of current and uncurrent money with allowance for difference in value

http://www.merriam-webster.com/dictionary/exchange?show=0&t=1410645921

Para compreender melhor, vamos ver alguns usos para a palavra. Temos os programas de intercâmbio (exchange programs), onde há a troca cultural entre a pessoa que vai estudar em outro país e as pessoas que a recebem. Muitas vezes também duas instituições de ensino possuem programas de intercâmbio de alunos ou professores…

Existem também os programas de troca de casa (https://www.homeexchange.com/en/). Um destes programas inspirou a diretora e roteirista do filme O Amor Não Tira Férias (The Holiday). Durante as férias, Nancy Meyers descobriu, na internet, um site para troca de casas para temporada ao redor do mundo, e então teve a idéia para o roteiro do filme. Aliás, recomendo o filme para quem quer testar o listening— sotaques britânico e americano.

Para saber mais, leia a sinopse: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-60426/

Para terminar, às vezes, o verbo change pode ser usado como exchange:

“They changed seats with each other” ou “They exchanged seats”,  ou ainda “They switched seats”.

Mas, tudo depende muito do contexto, e para isso a melhor opção é ficar atento à maneira como as frases são construídas.

Espero que tenha ajudado! 😀

The Maine: Pop Rock do Arizona (US) | MÚSICA

Olá!

Meu nome é Mariana Medeiros, sou aluna da Gean e ela me convidou para escrever um pouco aqui — algo mais leve e divertido :-D. Resolvi começar com a música, minha maior paixão. Devo abordar bastante esse assunto enquanto estiver por aqui, além de cinema. Hoje escolhi uma banda de pop rock americana que está tentando voltar ao topo depois de uns tempos de ‘férias’.

The Maine é uma banda que, segundo a wikpédia, toca rock alternativo e pop punk. O estilo lembra bastante Imagine Dragons,  não sei ao certo qual foi a primeira música que ouvi, só que era do primeiro álbum Can’t Stop, Won’t Stop (que por acaso é meu preferido), e me lembrou bastante o jeito ‘teen forevah’ do McFly.

A banda foi formada em Tempe, Arizona. O nome surgiu por causa de uma música chamada Coast Of Maine, do Ivory, que é uma das inspirações e influências musicais do grupo. Em 2007 Pat Kirch, Garrett Nickelsen, John O’Callaghan, Ryan Osterman e Alex R. se juntaram e criaram o The Maine. Nessa época a maioria dos integrantes ainda cursavam o ensino médio e resolveram terminar os estudos on line para se dedicar mais a banda. Depois de um tempo, Ryan e Alex saíram e deram lugar a Kennedy Brock, que cantava em uma banda chamada Last Call for Camden e a  Jared Monaco, o último a ingressar no grupo.

O primeiro EP da banda foi lançado em maio de 2007, Stay Up, Get Down, seguido por The Way We Talk. Se pegarmos as músicas de 2007 e as do CD lançado ano passado, veremos uma grande mudança de estilo e de gostos dos integrantes da banda. Uma das minhas músicas preferidas deles é o single Into your arms, do primeiro álbum de estúdio, a outra é Love and drugs, do último, uma bem diferente da outra.

Uma curiosidade é que o primeiro DVD da banda, o Anthem For A Dying Breed, contém um show em São Paulo, durante a turnê Pioneer World Tour.

Misery é um dos clipes mais conhecidos da banda, super produzido e marcado pelos fãs por ter sido divulgado no aniversário de Garrett. Confesso que ri muito deles quando vi todos ou clipes do início da carreira, mas se vocês olharem para trás e depois verem os clipes mais atuais vão notar uma evolução principalmente de cabelo. As letras ficaram mais sérias, a melodia menos agitada e aquele jeitinho boyband foi ficando para trás.

That’s all.

Para ler mais sobre música e cinema, visitem meu blog:http://talvezalices.blogspot.com.br/

How are you? More or Less???

MORE

Olá pessoal! 🙂 Neste post me proponho a tirar a dúvida que muitos alunos têm ao dizerem que estão  mais ou menos. Sempre falo que para dizer que estamos mais ou menos em inglês, é melhor dizer so-so, ou I’m OK. Isso mesmo, diferente do português, OK significa que está bom, ou seja ‘passa’, mas que as coisas poderiam estar melhores. Parece que nós (me incluo aqui porque pensei assim durante muito tempo!) temos a ideia de que quando alguém responde ‘I’m OK’ significa que está tudo ótimo.

Vivi nos EUA durante 5 anos, e nunca ouvi alguém responder que estava ‘more or less’, então espero ter esclarecido a questão. Só para finalizar, more or less refere-se mais a quantidade. ‘Are there 30 people dowstairs?’ ‘More or less.’ (Tem 30 pessoas lá embaixo? Mais ou menos). Eu ainda acho mais comum aguém responder ‘About that’. Mas se você quer muito usar ‘more or less’ (talvez porque a tradução se encaixa tão bonitinho– o que não acontece a maior parte do tempo…), para quantidade pode! 😀

Para saber mais, deixo o link de um site excelente: http://www.inglesnapontadalingua.com.br/2007/05/mais-ou-menos.html